Você sabe como identificar um risco? E sabe como gerenciá-los?
×

Como tornar a sua Gestão de Riscos mais eficiente?

Se você usa por exemplo planilhas de Excel para fazer a gestão de riscos para sua empresa, a chance de encontrar muitos problemas no meio do caminho é muito grande. Provavelmente algo pode passar despercebido e comprometer toda a análise final e assim prejudicar a tomada de decisão sobre o que corrigir.

Como tornar a sua Gestão de Riscos mais eficiente?

Uma planilha de Excel pode ser também corrompida, e todo o seu trabalho pode ter sido desperdiçado, tendo que fazer tudo novamente. Perceba quanto tempo perdido com retrabalho que você tem.

Gestão com base em Indicadores de Conformidade

Hoje é possível melhorar seus resultados com base em indicadores em conformidade às necessidades da organização sem ter muito trabalho e nem precisar de muita capacitação para tanto. Ao mesmo tempo, você pode agilizar seus processos internos e gerenciar suas demandas de forma rápida e ágil, reduzindo, significativamente, seu tempo.

Você será eficaz, diminuindo as chances de erros, possuindo uma mentalidade de riscos para transformá-los em oportunidades, e prevenindo ações em vez de remediá-las. Sem dúvida, vai se destacar entre tantas outras empresas, gerando resultados e contribuindo para o crescimento da organização.

Como isso é possível? Através do SOGI, o mais moderno software online de gestão integrada da Verde Ghaia, que possui um Módulo exclusivo desenvolvido especialmente para te ajudar no gerenciamento de riscos e oportunidades de seu negócio: o Módulo GRC – Governança, Risco e Compliance.

Buscar especialistas é essencial para gerir os riscos de maneira eficaz e a Verde Ghaia tem experiência de mais de 20 anos no mercado de assessoria em Gestão Integrada, especializada nas áreas de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho, Responsabilidade Social, Qualidade, Segurança de Alimentos, Sustentabilidade e Mudanças Climáticas.

A Verde Ghaia possui mais de 2 mil clientes dos mais diversos segmentos, atuando no Brasil e no exterior, e conta com consultores especializados que trabalham com o que há de mais moderno em sistemas de gestão.

Quer saber mais? Entre em contato conosco para começar agora mesmo a ter todas as vantagens de uma gestão de riscos eficaz.

Como evitar os Riscos e ainda conseguir medir, reduzir e mitigá-los?

Quando se tem conhecimento dos tipos de riscos que podem acontecer em seu negócio, fica mais fácil de evitá-los e agir de maneira a preveni-los antes que aconteça. E então entra a gestão de riscos.

Gestão de riscos é “o processo pelo qual o risco é medido ou estimado e as estratégias são desenvolvidas para evitá-lo, reduzi-lo ou mitigá-lo”.

Através da gestão de riscos você lida com as incertezas e com a probabilidade da ocorrência de um dano e suas consequências, avaliando-as para que as melhores decisões possam ser tomadas de forma antecipativa e preventiva, priorizando riscos que são mais prováveis que aconteçam ou os mais graves.

Agindo dessa maneira você vai conhecer, antes, quais medidas tomar para que o risco seja evitado ou minimizado, e também quais os custos para isso.

Gestão de Riscos: processo contínuo

ISO Day – Um dia inteiro dedicado à Gestão

A gestão de riscos é um processo contínuo, sujeito a atualizações, e não termina com a identificação inicial dos riscos. Ele deve possuir um bom plano de ação e todos da equipe devem estar alinhados a ele para que não haja surpresas nem problemas no meio do caminho. Por isso a noção de compliance se torna muito importante quando se fala de gestão de riscos.

Compliance é uma derivação do verbo “to comply”, o que traduzindo do inglês significa estar de acordo com um conjunto de regras, instruções internas. Ou seja, compliance é a consequência de uma organização cumprir as suas obrigações, incorporando-o na cultura da organização e no comportamento e atitude de seus colaboradores. Isso demonstra que a organização é comprometida com o cumprimento das leis pertinentes às suas atividades.

Processos com elevado nível de compliance acabam por ter resultados mais satisfatórios, porque, quando todas as pessoas comprometidas entendem o que é, qual o propósito e como colaboram com a mitigação dos riscos, os projetos se tornam mais bem desenvolvidos. Além disso, resultam em uma vantagem competitiva ante os concorrentes, bem como facilitam o acesso a linhas de crédito, valorizam a organização da empresa e fornecem melhor retorno dos investimentos aplicados.

Consequências quando não se está em Compliance

Não estar em compliance traz sérios riscos para sua organização, como por exemplo:

Sanções legais:

  • Multas pecuniárias, cujo valor pode variar de quantias irrisórias até montantes milionários;
  • Interdição de estabelecimentos;
  • Não conformidades potenciais;
  • Cassação de alvarás;
  • Embargo das atividades;
  • Dissolução compulsória da organização;
  • Responsabilização criminal.

Perda de reputação:

  • Valor da marca;
  • Valor de mercado;
  • Imagem;
  • Confiança e crédito;
  • Rating; 
  • Fuga de clientes, fornecedores e recursos humanos.

Perdas financeiras / de mercado

  • Pagamento de multas;
  • Mudanças inesperadas;
  • Problemas com fornecedores;
  • Prejuízos decorrentes da interrupção das atividades;
  • Honorários advocatícios, custas e outras despesas processuais;
  • Desvio do foco da Alta Direção;
  • Perda e suspensão de contratos e de potenciais clientes;
  • Queda de valor de mercado;
  • Perda de acesso a créditos e financiamentos;
  • Reparação dos danos causados pela desconformidade;
  • Perda de capital;
  • Recuperação judicial ou falência.

Estar em compliance significa identificar e definir as estratégias de monitoramento que serão aplicadas. Toda a aplicação do conceito começa pelo planejamento prévio do que necessita ser corrigido, bem como a definição de como será feito o monitoramento da aplicação das alterações, para que não haja uma não-conformidade entre aquilo que está determinado na normativa, e o que é praticado.

E não é só isso. Estar em compliance não é apenas seguir as normas e procedimentos ao direcionar as atribuições e responsabilidades de cada departamento.

É preciso que haja um entendimento coletivo do que está sendo cobrado por cada um deles, bem como estar aberto a sugestões que possam melhorar as atividades, sempre mantendo como objetivo final a melhora dos índices de eficiência e de eficácia.

Todo esse conjunto de decisões deve ser pautado pela confiabilidade e clareza na comunicação, item necessário para que as informações circulantes como normativas sejam entendidas por todos.

Blog SOGI